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Resenha

Falar sobre No.6 e agradar a todos é praticamente uma missão impossível, então, não me aprofundarei muito.

É claro que todos os bons otakus que estão lendo isso lembram desse lançamento e de como foi cogitado e assistido. Era um dos meus tempos sem internet, mas eu queria tanto ver sobre o anime que tanto falavam que eu fiz um amigo baixar toda semana o episódio em HD para mim (risos).

A proposta era de um jovem gênio que se encontra com um fugitivo da prisão, ajuda ele, os superiores da cidade descobrem e a punição é a expulsão dele e da família da cidade.

Não qualquer cidade, a No.6, a cidade perfeita, onde todos desejam morar. Um cidade calma, em crimes, sem medo, cheia de tecnologia e todo tipo de conforto.

Tudo começa com uma incrível cena de perseguição (sério, achei muito digna). Desde esse pequeno comecinho eu pensei “Nossa, vai valer a pena

Então aparece o mistério do inseto que faz a pessoa envelhecer instantaneamente, levando ela a uma morte rápida, sem possibilidade de auxilio de outra pessoa.

Shion vê várias pessoas sendo atacadas por isso até que um belo dia ele mesmo sofre um colapso e teria morte imediata caso Nezumi não estivesse ali para ajudá-lo.

“X” da questão e o mistério principal é “De onde vem os insetos? Como faze-los parar antes que toda No.6 seja destruida?”

Eles tem de resolver todo o mistério antes da primavera, que é quando os ovos da tal vespa eclodemOu seja: Formariam um enxame muito maior e a destruição absoluta seria certa!

No meio de tudo isso, é necessário lidar com o profundo ódio de Nezumi pela cidade e com o amor de Shion pela mesma. Complicado? Com certeza.

No geral, é um anime sci-fiNunca gostei desse tipo de anime, mas achei este interessante, acredito que talvez por ser um anime leve e sem grandes loucuras.

O que acho que todas os fujoshis esperavam, mas nem todos queriam ver é….O BOM E VELHO YAOI!

Ou melhor,  pra classificar isso como Yaoi ou sequer como Shonen-Ai?

O anime vai se desenvolvendo e, com a história, um relacionamento entre os dois personagens Shion e Nezumi,

Depois do episódio onde acontece um rápido e suave beijo, tenho absoluta certeza que No.6 perdeu muitos fãs. Sinceramente, acho uma besteira isso, se você está achando o anime bom e tudo mais, porque diabos se vai parar de ver por causa de um selinho mais rápido que um piscar de olhos?

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Uma cena que se repetiu MUITAS vezes e já estava cansando, era as de Nezumi batendo em Shion ou o derrubando da cadeira. Perdi a conta de quantas vezes vi isso. Até que o menino se cansa de ser saco de pancadas, se revolta e vira a mão na cara de Nezumi também. Eu gostei muito da cena que os dois saem aos socos e berros.

Ou melhor: Shion é muito calma e passivo, mas quando fica realmente estressado, não vai hesitar nenhum pouquinho em te encher de socos. Prova essa no episódio 10 em que ele atira no homem que feriu Nezumi.

O fim. O fim que gerou revolta nas fãs e que ficou quase que 100% no ar e deixando muitas dúvidas em suas cabecinhas.

Foi corrido, apressado, pisoteado. Eu fiquei depressiva depois que esse anime acabou, não pela fato de ter acabado, mas sim pelo fato de ter um fim tão ruim e tão evasivo.

Não sei o que aconteceu ai, mas quiseram enfiar muita coisa nos três últimos episódios, o que resultou num fim onde você fica “WTF?”.

O que foi aquilo daquela amiguinha chata do Shion sendo uma espécie de Deusa? o.o

Mesmo assim, eu ainda acho que No.6 é um anime que merece ser assistido. É bonitinho, tem uma história bacaninha, te entretém e, para quem gosta, tem um pouco de shonen-ai. Mistura perfeita!

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Bye nee \o

Eu nunca tive vontade de ver doramas, mas depois de conhecer Super Junior, e ver que o Siwon trabalhava neste, é claro que eu precisava dar uma conferida. Que bom que fiz isso!

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Sung Min Woo, um ator bonitão, famoso e mimado. Todo seu prestigio é devido apenas a sua boa aparência, porque competência….

Yong Gae Hwa, uma esforçada trabalhadora que luta para conseguir reaver a guarda da filha.

Ela consegue um emprego de governanta na casa do rapaz e depois de várias atrapalhadas, é despedida por causa de uma camisa queimada (detalhe que esse emprego não deve durar nem 3 dias direito). Depois de mais dificuldade, ela consegue um estágio em uma agência que trabalha com musicais. O roteiro atual requer um grande nome e Gae Hwa propõe trazer Min Woo em troca de um trabalho permanente.

Chegando no apartamento dele, com uma nova camisa para repor a queimada, está um desconhecido homem com uma garotinha de 5 anos dizendo que é filha de Min Woo. Antes que qualquer coisa possa ser esclarecida, o homem some e deixa a menina com Gae Hwa.

Quase em todos os episódios tinham cenas fofas e adoráveis envolvendo a pequena Ye Eun e Min Woo. É sério, a menina é simplesmente uma graça.

Min Woo demora muito para se acostumar com a ideia de ter uma filha. A menina cai de paraquedas lá, para arruinar toda sua feliz vida de mulherengo. Além de se virar para cuidar da menina, ele ainda tem que escondê-la, porque se alguém descobrir, adeus carreira.

Além da demora para acostumar, ele pensa inúmeras vezes em abandoná-la pelas ruas ou em um orfanato. Conforme o tempo vai passando, ele se acostuma e se apega muito.

Em nenhum momento é apresentado algum grande vilão, ocorrem apenas pequenas intrigas. É um dorama bem leve e agradável de se assistir.

A transformação de Min Woo de um moleque mimado para um verdadeiro pai é demorada e ocorre bem devagar em cada um dos episódios. No começo você fica com uma certa raiva dele, mas no fim, vai querer que ele seja o pai dos seus filhos.

O fim se perdeu um pouco. A ideia que era vendida nos primeiros 14 episódios se distorceu nos dois últimos com Min Woo correndo atrás loucamente de Gae Hwa, mas fora isso, acredito que todo o resto seja muito bom.

Bye nee \o

Metade das pessoas que eu conheço nunca assistiram ou sequer ouviram falar de Tegami Bachi, mas posso assegurar: Vale a pena ver.

Um anime sobre carteiros! Tão, ou até mais, criativo que Pinguins.

Eu fui atraída por algumas imagens que vi perdidas pela internet, uma mais bonita que outra. O anime é TÃO bem ambientado, tem cores tão belas e personagens tão adoráveis que dá vontade de ver um episódio atrás do outro (Detalhe para o fato que eu vi a primeira temporada de 24 episódios em apenas um dia)

O personagem principal é Lag Seeing, uma criança que foi separada de sua mãe e jogada ao relento, com um selo colado em seu braço.

Gauche Suede, um Tegami Bachi, é encarregado de entregar cartas e sua missão atual é entrega nada mais nada menos que Lag como uma encomenda para sua tia, única parente viva.

No começo os dois se estranham, brigam e é um sacrifício conseguir fazer Lag arredar o pé de onde está, mas logo se entendem e conseguem virar amigos (Mesmo Lag não dando muito o braço a torcer).

Durante a missão de entrega, eles se encontram com os Insetos Blindados, criaturas que quando capturam uma pessoa, sugam todo seu “coração” e deixam apenas um corpo vazio, incapaz até mesmo de piscar.

Gauche tem a arma para combatê-los, mas o preço por isso é uma fração de seu “coração” (sua humanidade, sua consciência, sua alma. Não tem muito bem um jeito de explicar).

Quando depois de muito sufoco e cansaço eles conseguem chegar até a casa da tia de Lag, eles se despendem aos prantos, jurando se encontrar de novo. Lag promete conseguir se tornar um Tegami Bachi para poder entregar cartas as pessoas junto de Gauche.

Aos 12 anos, ele presta um exame e consegue entrar para ser carteiro. Tudo está lindo e feliz…talvez nem tanto assim. Lag descobre logo que Gauche desapareceu e certamente já está morto. Revoltado, ele jura encontrar o rapaz que lhe trouxe tantas esperanças e começa a investigar seu misterioso sumiço.

Nesta caçada ele tem a ajuda de sua parceira Niche e o mascote Steak. Sem contar os diretores da colmeia ( Tegami Bachi significa litertalmente “Carteiro Abelha“)

Bom, a arte desse anime é simplesmente incrível. O mangá também tem uma arte maravilhosa, um traço sem igual e cada capa é uma obra de arte.

A história é bonita, tem algumas viagens (risos), mas no geral é bem coerente e bonita.

Lag encontra uma família na irmã de Gauche e nos outros carteiros, muito mais que simples amigos, ele encontra irmãos que os ajudam em tudo o que podem e que precisa.

Não sei se sou só eu, mas tenho certeza que o Lag é irmão perdido do Break de Pandora Hearts (risos)

 

Bye nee \o

Eu protelei muito para criar um blog, mas depois de, recentemente, rever este maravilhoso anime, eu precisava criar um lugar para colocar tudo o que eu penso dessa excelente animação: Mawaru Penguidrum.

Um anime que estreou solitário, sem grandes expectativas sobre ele. Infelizmente, era uma época difícil para mim (também conhecida como “falta de internet”) e eu não consegui acompanhar o lançamento dos episódios. Cada semana passada massacrava meu pobre coraçãozinho, porque eu definitivamente queria assistir isso. Um anime sobre pinguins? Não é sempre que se vê isso. Sem contar a sinopse que te chamava e as imagens que exibiam uma arte ímpar.

Nada de muito novo é apresentado inicialmente: Uma pequena família de irmãos órfãos, que lutam para se virarem como podem.

Claro que tudo seria muito mais normal (e chato) se a pequena e doce Takakura Himari não tivesse uma doença terminal que a mataria dentro de pouquíssimo tempo.

Seus irmãos, Takakura Kanba e Shouma, fazem de tudo para sua irmã ser feliz em sua vida e dão tudo o que podem para vê-la realizada e plena.

Durante um pequeno passeio familiar e casual, a menina sobre uma crise e vem a falecer. Não é necessário comentar que o mundo dos dois jovens cai completamente.

Mas calma, nem tudo estava perdido: Himari é ressuscitada por uma espécie de chapéu mágico possuído. Claro que serviço grande não custa pouco e com isso Kanba e Shouma devem correr atrás do Penguindrum antes que o pouco tempo que resta a sua irmã se esgote.

E ai acaba o mirabolante primeiro episódio.

Se eu achei estranho? Claro, quem não acharia.

Pra falar a mais sincera verdade, por cerca de 5 ou 6 episódios eu pensei seriamente em parar de ver, sempre pensando “What the fuck?” a cada acontecimento. Não, nenhum problema com os personagens principais. Minha irritação tem nome e sobrenome: Oginome Ringo.

Ela é introduzida como uma menina infantil, louca apaixonada por um antigo amigo da família e stalker, mas no fim, se mostra uma menina preocupada e totalmente essencial para todo o decorrer dos fatos.

Fato número 1 – É um anime simplesmente maravilhoso.

Fato número 2 – Não é um anime para todos.

Não? Não! É necessário sem paciente. As coisas acontecem num ritmo lento e pra lá de enrolado e mesmo com arte maravilhosa, as vezes as coisas acabam sobrecarregadas.

Sem contar que tem algumas várias  cenas de nudez.

No meio de tanta coisa jogada na sua cara e tanta informação para ser absorvida, ainda temos que lidar e tentar desvendar a misteriosa presença da falecida irmã de Ringo, Momoka, e do médico com voz de locutor de rádio Watase Sanetoshi

Por que eu acho tão bonito assim? Simples. É um anime de amor. Não um amor cheio de frescuras como em um shoujo, mas sim um bonito amor entre uma família lotada de problemas, pesos, culpas e fantasmas do passado. Um amor que passa por provas, dores e muito, muito sofrimento e luta.

Esse anime te faz refletir que uma família não precisa ser ligada por laços sanguíneos para ser feliz, plena e unida. Que se você tem quem te ame, tem tudo no mundo.

Várias vezes é mostrado amor por amigos, amor por família, amor entre um casal….Lindo, é o que descreve.

Ele te deixa uma pergunta: Você faria tudo, absolutamente tudo, por seu ser amado? Você desafiaria o destino e a morte para salvar a vida de alguém?